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"Gente como a gente": uma leitura psicanalítica

  • Foto do escritor: Helena Volani
    Helena Volani
  • 13 de mar. de 2024
  • 12 min de leitura

Para o desenvolvimento de um olhar psicanalítico frente a neurose, analisamos o filme “Gente como a gente” (1980), do diretor Robert Redford, com foco no personagem Conrad. Ele é um adolescente que sofre após perder o único irmão num acidente em alto mar, além dele, os pais, cada um da sua maneira, tem dificuldade de lidar com o ocorrido. O irmão mais velho, Buck, era o preferido da mãe, o que faz com que Conrad sinta um conflito ainda maior por ter ele sobrevivido ao acidente e não o irmão. Após a perda do irmão, Conrad será internado em um hospital psiquiátrico em decorrência de uma aparente tentativa de suicídio. O filme começa após essa internação, com a volta de Conrad para a casa dos pais e a sua vida escolar. Se aprofundando nas relações desde com a sua família e com os seus colegas. Apresenta a resistência do adolescente em procurar um médico psiquiatra após a saída do hospital e depois a relação transferencial desse encontro.  

A família de Conrad se apresenta como inabalada frente a morte do filho mais velho, a mãe, Beth, sustenta uma imagem de que tudo está normal e que não deveriam reviver o passado com o luto, ignorando a existência do filho falecido. Enquanto isso o pai, Calvin, sofre pela morte do filho de forma silenciosa e foca numa tentativa de conexão com o filho mais novo, que se apresenta como aquele que pode sofrer a ausência do irmão. No decorrer do filme observamos as diferentes maneiras que Conrad irá lidar com a morte, a angústia além das questões da própria adolescência e acompanhamos as reverberações do seu processo nas outras pessoas que o rodeiam.  

No decorrer deste trabalho iremos nos defrontar com o conceito de angústia, repetição, neurose traumática e passagem ao ato para fazermos uma leitura deste caso. Para isso utilizamos da interlocução com Freud, nos textos “Recordar, Repetir e Elaborar” (1914) e “Além do Princípio do Prazer” (1920), e Lacan, no capítulo IX Passagem ao Ato e Acting Out encontrado dentro do “O Seminário, livro 10: a angústia” (1963). É importante pontuar que fazemos esse paper como um exercício didático, a fins de nos aproximarmos de certos conceitos psicanalíticos. Esse exercício de interpretação, aqui, é hipotético, já que se trata de um caso ficcional e que uma análise depende da transferência.  

A psicanálise se desenvolve a partir da clínica de Sigmund Freud, num movimento que foi na contramão da medicina moderna, Freud pode se por a ouvir e não somente observar o sintoma. Supondo que o paciente possuí o saber sobre o seu sofrimento, ele pôde, além de ouvir, desvelar o que, antes, não podia vir à consciência. Desenvolve então o conceito de inconsciente, promovendo a perspectiva do próprio paciente colocar a sua posição em questão e evidenciando que o Eu não é o sujeito em questão na clínica. Como nos esclarece Garcia-Roza “a psicanálise não vai colocar a questão do sujeito da verdade mas a questão da verdade do sujeito.” (p.23, 2008).   

No texto “Recordar, Repetir e Elaborar” (1914) Freud escreve advertindo os médicos (psicanalistas) sobre o método psicanalítico e a resistência dos pacientes. Neste ele discorre sobre as mudanças da técnica durante a história da psicanálise e as razões dessas divergências na metodologia. Se Freud vinha de uma clínica charcotiana onde a hipnose era a técnica utilizada para o controle do sintoma e abandona essa técnica em prol do livre falar é porque ele descobre que saber não é suficiente para que o fenômeno apazigue. O processo analítico passa pelo saber, mas como o próprio título do texto já provoca, recordar é o primeiro passo do processo. Recordar é trazer a consciência o material recalcado pelo paciente, mas é só a partir da elaboração desse material pelo analisante que é possível que esse não mais repita em ato. Freud adiciona um elemento essencial para a possibilidade de uma analisa quando pensa nessa repetição em ato direcionado para o analista, ressaltando que dentro de uma análise muitas vezes “o analisando não recorda absolutamente o que foi esquecido e reprimido, mas sim o atua. Ele não o reproduz como lembrança, mas como ato, ele o repete, naturalmente sem saber o que faz.” (p.199-200, 2010a). O autor aponta que esse agir pode ser a forma deste paciente de recordar e adverte “quanto maior a resistência, tanto maior o recordar será substituído pelo atuar (repetir).” (p.201 2010a).  

Ao apontar as questões da transferência dentro de um tratamento, Freud traz no texto o exemplo de uma senhora que lhe procurou com um relato de que ela fugia de casa e do marido, sem entender esse seu próprio movimento, porém antes que Freud pudesse intervir frente essa questão, a senhora foge também do tratamento analítico. Exemplificando a repetição em ato do material que ela não elaborou em análise e a transferência para o médico.  

Partindo da narrativa do filme “Gente como a gente” podemos observar a dificuldade desta família no trabalho de luto frente a morte do irmão mais velho de Conrad. Esse irmão não é vivenciado naquela casa como uma falta presentificada na vida, mas como uma ausência absoluta no presente. Exemplo disto é a gaveta de talheres, onde três talheres são perfeitamente embrulhados e guardados, ou seja, a lembrança desse irmão falecido não tem lugar nem como um talher que sobra na gaveta na hora de montar a mesa. Essa dificuldade parte principalmente da mãe, que não suporta a presença do filho perdido. Conrad se apresenta como o personagem do filme que sofre a morte do irmão, numa tentativa de elaborar o acidente e o luto, porém frequentemente essas tentativas são desvalidadas pela mãe.  

Quando busca pelo psiquiatra, Conrad traz como objetivo deste tratamento o controle. Quer se sentir no controle de suas emoções, diz que é para não preocupar o pai, mas dentro da relação familiar podemos pensar que também é para não criar um atrito com a mãe. Essa abertura para falar que o paciente não encontrava em casa, ele acha primeiro no hospital psiquiátrico, do qual sente saudades justamente pela abertura que ali encontrava em falar e escutar, e depois na sua terapia. É a partir do trabalho de falar em transferência sobre a sua história e o seu sofrimento que podemos identificar episódios que irão romper a dinâmica que se repetia na casa do adolescente, esses episódios serão discutidos a posteriori quando nos debruçarmos na passagem ao ato.  

Mas é a partir do momento que Conrad consegue recordar e falar sobre as suas lembranças não só do acidente, mas do irmão e das dinâmicas familiares como um todo, que a família se reorganiza frente ao luto e ao que antes não podia ser falado. O pai de Conrad também começa a elaborar a perda do filho, o que antes era abafado na relação com a esposa. Ao ponto de Calvin ir também procurar o psiquiatra do filho para uma conversa, camuflada de uma conversa sobre Conrad, mas que na verdade era a própria demanda desse pai de ouvir o próprio sofrimento. Esse fato muda a dinâmica do casamento dos pais de Conrad. 

A relação de Conrad com a mãe se põe como grande questão para o adolescente, ele encontra na figura materna algo que se apresenta para ele como desamor e ódio. O jovem não consegue desvencilhar essa hostilidade na relação com a mãe do fato do irmão falecido ser o filho privilegiado pela mãe. O que se desvela em análise para o menino é a culpa que este sentia pelo fato dele ter sobrevivido e não o irmão, que era o filho privilegiado. É a partir da elaboração dessa culpa em análise que ele pode encontrar uma cura, que nesse caso está ligado com a diminuição da sua angústia e com a possibilidade de investir libidinalmente em outros objetos, como uma garota que conhece no coral da escola.  

Para entendermos o sofrimento de Conrad é importante perseguimos o conceito de angústia na psicanálise e para isso devemos analisar a diferenciação que Freud irá trazer dos conceitos de “terror” (schreck), “medo” (furcht) e “angústia” (angst). Freud aponta que a angústia é uma tentativa de preparo para o terror, ou seja, o aparelho tenta a partir dessa afecção que o corpo tenta se preparar para um estado de perigo que ainda não lhe é conhecido. Diferente do medo ou da fobia que estão ligados a um objeto do qual se teme, a angústia não apresenta um objeto definido. Para esclarecer essa diferenciação Freud escreve:  

"Terror", "medo" e "angústia" são empregados erroneamente como sinônimos; mas podem se diferenciar de modo claro na sua relação com o perigo. "Angústia" designa um estado como de expectativa do perigo e preparação para ele, ainda que seja desconhecido; "medo" requer um determinado objeto, ante o qual nos amedrontamos; mas "terror" se denomina o estado em que ficamos ao correr um perigo sem estarmos para ele preparados, enfatiza o fator de surpresa. Não creio que a angústia possa produzir uma neurose traumática; na angústia há algo que protege do terror e também da neurose de terror. FREUD, p.169, 2010b. 

A angústia aparece frente ao fracasso do sintoma, da fobia e do trabalho consciente. Durante o filme observamos que diversas vezes, sem outras possibilidades de elaboração do sofrimento, Conrad apresenta uma angústia exacerbada. Esses momentos são mais evidenciados nos momentos dentro de casa, em especial na presença da mãe, como na vez que a mãe vai conversar com ele no jardim da casa e a impossibilidade de um diálogo entre os dois provoca uma reação peculiar em Conrad, latir, seguida pelo sentimento de angústia. “Freud nos diz que a angústia é um fenômeno de borda, um sinal que se produz no limite do eu [moi], quando este é ameaçado por alguma coisa que não deve aparecer. Esta é o a, o resto, abominado pelo Outro.” (Lacan, p. 133, 2005). Além disto, a angústia do jovem por vezes é acompanhada do fenômeno de despersonalização deste. Lacan aponta que esses são os fenômenos mais contrários a estrutura do eu.  

No tocante da procura do psiquiatra depois da saída do hospital é importante ressaltar que esta só se dá a partir do desconforto do jovem com os sonhos de angústia que se repetiam. Nesses sonhos Conrad voltava ao momento do acidente e revivia a morte do irmão. Os sonhos de angústia são estudados por Freud no texto “Além do princípio do prazer” quando se depara com a neurose traumática dos soldados da primeira guerra mundial, se num primeiro momento (Interpretação dos Sonhos) Freud acreditava que os sonhos eram a realização de um desejo inconsciente, ao ouvir sobre os sonhos que reviviam os momentos traumático dos soldados ele teve que dar um passo além da teoria do princípio do prazer. A teoria do princípio do prazer adotada por Freud alegava que o aparelho psíquico se direciona para uma diminuição do estímulo, o que é compreendido enquanto prazer. Na neurose traumática, durante os sonhos, o paciente sempre retorna ao momento do trauma, causando uma excitação que vai na contramão do princípio do prazer.  

Partindo do ponto que Conrad não tinha elementos para a elaboração deste episódio traumático, quando estava dormindo, com a resistência menos ativa, sonhava com o acidente como um caminho, uma possibilidade, de elaboração do evento. O acidente de barco e a consequente morte do irmão se apresentam para ele como o terror descrito por Freud, terror esse que necessita de elaboração para que o jovem não fique refém da surpresa que o acometeu.  

O encontro de Conrad com o seu psiquiatra se dá por um encaminhamento do hospital psiquiátrico onde foi internado após uma tentativa de suicídio. Como já expressado anteriormente, Conrad liga para o psiquiatra após os seus sonhos de angústia. Porém o evento em que o jovem corta os pulsos no banheiro da sua casa marca uma mudança na vida do jovem, a entrada desse nos dispositivos psiquiátricos e consequentemente a sua chegada em um processo terapêutico. Durante o filme esse episódio é recordado pelo pai em um momento de aflição e por Conrad ao ser perguntado por Jeannine durante um encontro amoroso. O tópico surge na conversa após a garota confessar que fez muitas coisas das quais sente vergonha e Conrad lhe diz que ele também, nesse momento a câmera foca nas cicatrizes de Conrad e ela o pergunta se os cortes doeram. Ele a responde que não sabe, não lembra, da dor o que a jovem interpreta como um desconforto dele de falar sobre e lhe pergunta se ele prefere não falar no assunto. Ele diz que não sabe se gostaria de falar sobre que nunca conversou com alguém além de seus médicos sobre, pois ninguém nunca havia lhe perguntado sobre. Ela segue e lhe pergunta por que ele havia feito isso e Conrad lhe responde:  

Eu não sei, foi como cair em um buraco, mas cair em um buraco que continua se tornando maior e maior e você não consegue sair. E de repente é dentro e você é o buraco e você está preso e acabou, algo assim... E não é assustador, mas é quando você lembra o que aconteceu, porque você sabe que o que você está sentindo é estranho e novo. GENTE COMO A GENTE, 1980.  

A partir desta descrição de Conrad do fato, trabalhamos com a hipótese de que esse episódio é o retrato de uma passagem ao ato. Segundo Lacan a passagem ao ato é correlato ao largar de mão expressão usada por Freud para explicar a tentativa de suicídio da jovem no caso de homossexualidade feminina. Esse fenômeno é entendido como um desaparecimento do sujeito a partir da identificação deste com o resto.  

O movimento da passagem ao ato é o do embaraço maior do sujeito, com o acréscimo comportamental da emoção como distúrbio do movimento. É então que, do lugar em que se encontra – ou seja, do lugar da cena em que, como sujeito fundamentalmente historizado, só ele pode manter-se em seu status de sujeito -, ele se precipita e despenca fora da cena. LACAN, p. 129, 2005. 

Como observamos é a partir desse embaraço maior do sujeito e a sua subsequente saída de cena, que no caso de Conrad ouvimos como a descrição de um cair num buraco que continua crescendo que se dá uma ação, essa ação, os cortes, ocorre na ausência do sujeito. Podemos entender que Conrad naquele movimento de se cortar não buscava a morte, mas sim o fim da angústia que estava acometido. Falando da despersonalização, fenômeno presente na angústia como já discutido anteriormente, Lacan nos ajuda a nos aproximarmos do estopim para a passagem ao ato de Conrad na noite em que cortou seus pulsos. Frente a angústia o fenômeno de despersonalização é observado com a busca de Conrad por seu reflexo no espelho do banheiro, o que se sucede é o sentimento de cair num buraco. Lacan ainda irá apontar que a angústia frente ao reflexo se dá justamente pela impossibilidade de reconhecimento deste no campo do Outro, ou seja, aponta para a identificação deste com o resto.  

Em termos fenomenológicos, parece evidente que a despersonalização começa pelo não reconhecimento da imagem especular. Todos sabem como esse fenômeno é sensível na clínica, e com que frequência é ao não se encontrar no espelho, ou em qualquer coisa análoga, que o sujeito começa a ser tomado pela vacilação despersonalizante. Mas essa formulação que indica o fenômeno nem por isso deixa de ser insuficiente. Se o que é visto no espelho é angustiante, é por não ser passível de ser proposto ao reconhecimento do Outro. LACAN, p.134, 2005.  

Uma passagem ao ato tem o estatuto de mudança da história, como apontado anteriormente os cortes mudam a cena, visto que a partir deles Conrad se encaminha para um acolhimento pela psiquiatria e a relação com o pai muda. Como Lacan elucida a passagem ao ato é “um daqueles momentos cruciais do destino que podemos ver repercutir de uma geração para outra, com seu valor de mudança de rumo num destino” (p. 130, 2005). Além desta, há representado no filme outra passagem de ato de Conrad, que se dá após uma provocação do psiquiatra durante a terapia. Em uma reunião familiar com os pais e avós de Conrad a família se põe a tirar fotos, há um desconforto muito grande da mãe ao ser convocada a tirar uma foto com o filho, a aversão da mãe àquele momento se traduz em angústia em Conrad ao som da mãe pedindo a câmera para que ela fotografasse os homens da família.

Com a insistência do pai em bater a foto da mãe e do filho Conrad grita com o pai para que ele dê a câmera para a mãe que estava insistindo em não ser retratada com o filho. Esse grito tem estatuto de passagem ao ato pois a partir dele há uma mudança na dinâmica da família, algo que é expresso ali garante que após esse grito não se pode mais voltar a ser o que era antes. Fato que se sugere metaforicamente na próxima cena quando a mãe ao lavar a louça quebra um prato e insiste que ela pode consertá-lo para que volte a ser o que foi, porém se torna claro que depois de quebrado essa não era uma possibilidade.  

Os efeitos da análise de Conrad e a passagem da neurose traumática para uma neurose de transferência são postos a prova quando uma colega paciente do hospital psiquiátrico se mata. Esse evento se apresenta como um segundo momento de terror para Conrad, que no que parece uma repetição da sua passagem ao ato corre para o banheiro. Muito angustiado Conrad liga a torneira da pia, mas quando mira seu reflexo no espelho ele encontra em sua imagem o reconhecimento do Outro. Na próxima cena está ligando para o psiquiatra pedindo para que ele o escute.  

A partir da análise do filme “Gente como a gente” podemos observar os efeitos de uma escuta frente a um caso de neurose traumática sob a máxima da angústia. Se no início do filme era impossível se falar sobre o ocorrido, a elaboração de Conrad frente ao acidente, a morte do irmão e a relação com a mãe muda toda a dinâmica familiar. Chegando ao ponto da separação dos pais do jovem.  

Além disto, esse caso nos permite pensar a diferença entre o sonho enquanto realização de desejo e o sonho de angústia, como Freud nos ensina em “Além do princípio do prazer”. Podemos também estudar a diferença de um suicídio para uma passagem ao ato, entendemos que um suicídio é um ato premeditado onde há uma decisão pela morte, enquanto uma passagem ao ato (que pode acarretar a morte do indivíduo) é uma precipitação do sujeito a partir de uma saída de cena frente a angústia.  

Após a morte da colega podemos acompanhar uma sessão onde Conrad pode falar sobre o que sofria, a culpa de ter sido o filho que sobreviveu e do irmão ter morrido. E a partir disto construir um outro lugar para si mesmo. A elaboração do material inconsciente possibilitou uma nova relação com o luto e o terror, e possibilitou uma nova posição frente a sua mãe. No final do filme ele pode estar investido libidinalmente no amor de uma menina, pode encontrar no pai um apoio frente ao seu luto e pode deixar essa mãe ir. 

 

 Referências 

FREUD, Sigmund. Recordar, Repetir e Elaborar. In: . Obras Completas, volume 10: Observações psicanalíticas sobre um caso de paranoia relatado em autobiografia: (“O caso Schreber”): artigos sobre técnicas e outros textos (1911-1913). São Paulo: Companhia das Letras, 2010a. p. 194-209. 

 

FREUD, Sigmund. Além do Princípio do Prazer. In: . Obras Completas, volume 14: História de uma neurose infantil: (“O homem dos lobos”) : além do princípio do prazer e outros textos (1917-1920). São Paulo: Companhia das Letras, 2010b. p. 161-239. 

 

GARCIA-ROZA, Luiz Alfredo. Freud e o inconsciente. 23ª ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2008.  

 

GENTE COMO A GENTE. Direção de Robert Redford. Paramount Pictures, 1980 (124 min). Son., Color. 

 

LACAN, Jacques. Passagem ao ato e acting out. In: . O Seminário, livro 10: a angústia. Rio de Janeiro: Zahar, 2005. p. 128-145. 

 

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